Felipe Wagner (1930–2013) foi um ator franco-brasileiro, nascido Filip Szafran em Paris e naturalizado no Brasil. Reconhecido por sua versatilidade, destacou-se em novelas e programas humorísticos da televisão brasileira, marcando gerações de telespectadores.
Carreira e formação
Felipe Wagner chegou ao Brasil ainda jovem e iniciou-se no teatro amador antes de estrear na televisão em Cristóvão Colombo (1957), da TV Cultura. Passou pelo Grande Teatro Tupi e consolidou-se na TV Globo a partir de A Grande Mentira (1969). Atuou em produções icônicas como Irmãos Coragem (1970), O Rebu (1974), Maria, Maria (1978) e Rainha da Sucata (1990) .
Destaque no humor
O ator tornou-se figura querida no humor brasileiro. Participou de Os Trapalhões (1984–1992) e integrou o elenco do Zorra Total por 11 anos, onde criou personagens populares. Pouco antes de sua morte, a TV Globo preparava um quadro inédito no programa em sua homenagem, no qual ele interpretaria um promotor .
Trabalhos no cinema e outras mídias
Além das novelas, Wagner participou de produções como A Diarista (2004) e Filhos do Carnaval (2006–2009). No cinema, atuou em Coisa de Mulher (2005) e Lost Zweig (2002). Também trabalhou como dublador, emprestando voz a filmes estrangeiros, incluindo a versão brasileira de The Rescuers (1977) .
Legado
Felipe Wagner é lembrado pela elegância cênica e pelo domínio do humor. Irmão da atriz Ida Gomes e pai de Débora Olivieri, deixou um legado sólido na teledramaturgia e no entretenimento nacional, sendo constantemente homenageado por colegas e fãs .
