Jair da Costa (Santo André, 9 de julho de 1940 – São Paulo, 26 de abril de 2025) foi um futebolista brasileiro que atuou como ponta-direita. Campeão mundial em 1962 com a Seleção Brasileira, destacou-se como ídolo da Portuguesa e da Inter de Milão, sendo peça-chave da lendária “Grande Inter” dos anos 1960.
Principais feitos
Nascimento: 9 de julho de 1940, Santo André (SP) Falecimento: 26 de abril de 2025, São Paulo (SP), aos 84 anos Posição: Ponta-direita Clubes notáveis: Portuguesa, Inter de Milão, Roma, Santos, Windsor Stars * Títulos: Copa do Mundo 1962; 4 Campeonatos Italianos; 2 Copas dos Campeões; 2 Copas Intercontinentais
Início da carreira
Formado na Portuguesa de Desportos, Jair surgiu no futebol paulista no fim dos anos 1950. Revelado pela Lusa, destacou-se pela velocidade e dribles incisivos, o que lhe rendeu a convocação para a Copa do Mundo de 1962, no Chile, integrando o elenco campeão mundial, ainda que como reserva de Garrincha.
A era de ouro na Inter de Milão
Transferido para a Inter em 1962, Jair da Costa tornou-se símbolo do time comandado por Helenio Herrera, que dominou o futebol europeu e mundial. Marcou 70 gols em 266 jogos e foi autor do gol do título europeu de 1965, contra o Benfica. Ganhou o apelido “La Freccia Nera” (“A Flecha Negra”) pela explosão e agilidade nas jogadas pela direita.
Passagem pelo Brasil e aposentadoria
Após uma década de conquistas na Itália, voltou ao Brasil em 1972 para jogar no Santos ao lado de Pelé, sagrando-se campeão paulista em 1973. Encerrou a carreira no Canadá, pelo Windsor Stars, devido a um problema no joelho. Posteriormente, dedicou-se ao futebol amador e à gestão de quadras esportivas em São Paulo e Osasco.
Legado
Jair da Costa é lembrado como um dos primeiros brasileiros a triunfar no futebol europeu e uma das maiores lendas da Inter de Milão. Sua morte, em 2025, foi amplamente lamentada por clubes e torcedores no Brasil e na Itália, consolidando sua imagem como ícone entre as gerações douradas do futebol mundial.
