Caneta esferográfica de corpo transparente sextavado e tampinha colorida que indicava a cor da tinta. Era barata, durava (quase) para sempre e a tampinha invariavelmente acabava mordida. Sumia da mochila com a mesma facilidade com que aparecia emprestada e nunca devolvida.
“A tampinha da BIC tinha um furinho no topo cuja função real ninguém da sala sabia explicar.”
