Bonequinhos articulados com aquele sorriso fixo e cabelinho de capacete, que vinham com cenários de pirata, castelo, fazenda e delegacia. As mãozinhas em garra serviam para segurar espadas e ferramentas minúsculas que sempre sumiam no carpete. Montar a cidade inteira era o sonho.
“Perdi a espadinha do pirata do Playmobil embaixo do sofá.”
