Mola metálica espiralada que descia degraus sozinha, virando cambalhotas de um lado para o outro. A graça era vê-la andar pela escada e o desespero era quando ela embolava sem volta. Bastava um descuido para virar um nó.
“Bastava um descuido e a mola virava um nó impossível de desfazer.”
