
Ficha técnica
Sinopse de Escrava-mãe
A história completa da novela de 2016.
A escrava Juliana (Gabriela Moreyra) foi criada junto com Teresa (Roberta Gualda) e Maria Isabel (Thais Fersoza), filhas do coronel Custódio (Antônio Petrin) e de dona Beatrice Avelar (Bete Coelho), abastados cafeicultores. Amiga da sinhá Teresa, de quem sempre foi mucama, Juliana se apaixona pelo português Miguel (Pedro Carvalho), um viajante à procura de trabalho e de respostas para um mistério ligado à morte de seus pais. Ele também atrai o interesse de Maria Isabel, que jamais aceitou o tratamento especial que Juliana recebe de seus pais. Apoiada pela astuta mucama Esméria (Lidi Lisboa), Maria Isabel se empenha em prejudicar a escrava.
Juliana ainda esbarra em um obstáculo poderoso: o Comendador Almeida (Fernando Pavão). Ao se casar com Teresa por um acordo que livraria sua família da ruína financeira, Almeida se torna o novo senhor e reaviva uma antiga rivalidade com o coronel Quintiliano Gomes (Luiz Guilherme), dono da fazenda vizinha. Guilherme (Roger Gobeth), filho de Quintiliano, trocava cartas em segredo com Teresa, que também o amava, apesar da inimizade entre os pais. O casamento de Teresa e Almeida marca o recomeço de uma guerra entre as famílias mais poderosas da região e uma fase terrível na vida de Juliana, já que seu novo senhor fica totalmente obcecado por ela.
A pensão Jardineira, taverna comandada por Rosalinda (Luiza Tomé), é o ponto de encontro dos homens do vilarejo. Um tema recorrente por ali é a antiga rivalidade entre Rosalinda e dona Urraca (Jussara Freire), mãe do Comendador Almeida. Urraca sempre se proclamou guardiã da tradição e dos bons costumes, criticando às claras o comportamento da inimiga e de suas florzinhas, Dália (Manuela Duarte), Petúnia (Robertha Portella) e Violeta (Débora Gomes), que moram com ela na taverna. A briga entre as duas costuma ser contida pelo capitão Loreto (Junno Andrade), chefe da guarda e responsável por manter a ordem na colônia.
Num período em que ideias novas poderiam ameaçar a Coroa, outro problema para o capitão Loreto é o professor Átila (Léo Rosa), um abolicionista que desperta o interesse de Filipa (Milena Toscano), filha de Quintiliano Gomes. Ela é uma jovem inconformada com a realidade das mulheres da época e indignada com o tratamento dado aos escravos. Vai lutar pela igualdade e tentar desvendar um mistério em torno da morte de sua mãe. Juntos, Juliana e Miguel e Filipa e Átila viverão seus amores enfrentando inimigos e barreiras aparentemente intransponíveis, como o preconceito de um tempo que vive sob a sombra da escravidão.


