Novela · SBT

Os Ossos do Barão (1997)

Exibida pela SBT de de 28 de abril a 30 de agosto de 1997

Os Ossos do Barão (1997)

Ficha técnica

EmissoraSBT (20h45)
Exibiçãode 28 de abril a 30 de agosto de 1997
Capítulos115
AutoriaJorge Andrade escrita por Walter George Durst colaboração de Duca Rachid, Marcos Lazarini e Mário Teixeira
DireçãoLuiz Armando Queiroz e Henrique Martins direção geral de Antônio Abujamra supervisão geral de Nilton Travesso
Novela anteriorDona Anja

Sinopse de Os Ossos do Barão

A história completa da novela de 1997.

Egisto Ghirotto, de origem italiana, cresceu trabalhando como empregado na fazenda do Barão de Jaraguá. Com o tempo, enriqueceu graças à Revolução Industrial paulista, no mesmo período em que os antigos paulistas quatrocentões trilharam o sentido oposto, arruinados pela decadência do comércio do café.

Nos dias atuais, o idoso Antenor, filho do barão, alimenta-se das recordações de outrora e continua convencido de que ainda detém a fortuna do pai. A verdade, porém, é que sua família está falida. Enquanto os mais apegados às tradições mantêm apenas as aparências, os demais procuram se ajustar aos novos tempos, o que provoca atritos, sobretudo entre pais e filhos.

A insatisfação era geral: os quatrocentões da linhagem do barão por terem mergulhado na ruína, e Egisto Ghirotto por não desfrutar do prestígio de um título nobre. Em compensação, ele pode se orgulhar de possuir tudo aquilo que um dia foi do Barão de Jaraguá. Até mesmo os ossos, depois de adquirir a sua cripta funerária.

O desejo de Egisto por um título de nobreza só se realizará através do casamento de seu filho, Martino, alheio às vontades do pai, com a bisneta do barão, Isabel, jovem moderna e de personalidade forte. Egisto se lança nessa empreitada, buscando unir a aristocracia rural em declínio à imigração que prosperou com a indústria.

LEONARDO VILLARAntenor Camargo Parente de Rendon Pompeo e Taques
JUCA DE OLIVEIRAEgisto Ghirotto
TARCÍSIO FILHOMartino
ANA PAULA ARÓSIOIsabel
JUSSARA FREIREBianca
CLEYDE YÁCONISMelica
OTHON BASTOSMiguel
CLARISSE ABUJAMRAVerônica
PETRÔNIO GONTIJOVicente
BIA SEIDLLavínia
RUBENS DE FALCOCândido Caldas Penteado
IMARA REISGuilhermina Caldas Penteado
EWERTON DE CASTROLuís Eulálio
RÚBENS CARIBÉRogério
BETE COELHONorma
MAYARA MAGRILourdes
DANIELA CAMARGOMariana
DALTON VIGHLuigi
LUCIANO QUIRINOOmar
EUGÊNIA DE DOMÊNICOMaria Clara
BÁRBARA FAZIOIsmália
LAERTE MORRONECarlino
DENISE DEL VECCHIORosa
THALES PAN CHACONOtávio
CHRISTIANA GUINLEVilma
PAULA SARDÁLídia
MIKA LINSNoêmia
OTÁVIO MÜLLERJúlio
JERUSA FRANCOConsuelo
RENATO CALDASEduardo
ANTÔNIO ABUJAMRASebastião
ELIZABETH HENREIDClélia
YARA LINSLucrécia
GÉSIO AMADEUMisael
CHICA LOPESMarlene
WAGNER SANTISTEBANRicardo
CRISTINA BESSALucy
TÂNIA BONDEZANGiusepina
EDUARDO GABRIEL
CLÁUDIO CURICassiano
LIA DE AGUIARLupércia
ANTÔNIO GHIGONETTORocco (barman no Bar Teatro)
BRANCA DE CAMARGODébora
CLEIDE QUEIROZFiló (cozinheira da fazenda quando Antenor e Melica vão embora)
FELIPE LEVYPeninha (garçom no Bar Teatro)
FELIPE RIBEIROMiguel (menino)
JAVERT MONTEIRODr. João Lessa (médico que cuida de Isabel quando ela adoece na fazenda)
LEONARDO MEDEIROSEgisto (jovem)
LEONARDO MONTEIROEgisto (menino)
LIZETE NEGREIROSIsadora (esposa de Sebastião)
LUCÉLIA MACHIAVELLIflorista
MARCELO LAHAMno jockey durante uma corrida de cavalos
MILTON LEVYmédico que cuida de Lavínia
NORIVAL RIZZOPadre Joaquim
ROBSON DANTASMiguel (jovem)
RUY AFFONSOtrambiqueiro que engana Antenor
WASHINGTON LASMARnegocia um terreno com Egisto
WELLINGTON RODRIGUESBentinho (filho de Sebastião)
SOPHIA BISILLIATsecretária
RITA ALMEIDAempregada de Egisto
SEBASTIÃO CAMPOS
Sonoplastia: José Carlos Jardim e Genivaldo Rodrigues
Trilha: Ricardo Botter Maio
SE STIAMO INSIEME - Riccardo Cocciante (tema de Martino e Isabel)
Tema de Abertura: LÁBIOS QUE BEIJEI - Caetano Veloso
Lábios que beijei
Mãos que afaguei
Numa noite de luar, assim
O mar na solidão bramia
E o vento a soluçar, pedia
Que fosses sincera para mim
Nada tu ouviste
E logo que partiste
Para os braços de outro amor
Eu fiquei chorando
Minha mágoa cantando
Sou estátua perenal da dor
Passo os dias soluçando
Com meu pinho
Carpindo a minha dor, sozinho
Sem esperanças de vê-la jamais
Deus tem compaixão deste infeliz
Porque sofrer assim
Compadecei-vos dos meus ais
Tua imagem permanece imaculada
Em minha retina cansada
De chorar por teu amor
Lábios que beijei
Mãos que afaguei
Volta! Dá lenitivo à minha dor...

Sinopse reescrita com exclusividade pelo Mofolândia. Ficha técnica, elenco e trilha sonora de referência pública.

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