Novela · Tupi

Salário Mínimo (1978)

Exibida pela Tupi de 11 de setembro de 1978 a 10 de março de 1979

Salário Mínimo (1978)

Ficha técnica

EmissoraTupi (19h)
Exibição11 de setembro de 1978 a 10 de março de 1979
AutoriaChico de Assis
DireçãoEdison Braga e Atílio Riccó supervisão de Antônio Abujamra
Novela anteriorJoão Brasileiro, o Bom Baiano
Novela posteriorDinheiro Vivo

Sinopse de Salário Mínimo

A história completa da novela de 1978.

Na Vila Giselda, em São Paulo, vive a família Sanches: o casal Hércules e Zilda, Dom Pepe, pai de Hércules, e os filhos Fabrício, Marisa, Sanchinha e Pedrinho. Hércules é gerente do restaurante Papafina, Zilda cuida da cozinha e Fabrício trabalha como garçom. Seu Marcolino, dono do restaurante, não suporta a esposa Letícia nem o cunhado Filadelfo, que há vinte anos vive à sua custa.

O industrial Dr. Lincoln, casado com a arrogante Viviane, é o abastado proprietário de vários imóveis alugados na Vila Giselda e alimenta grandes ambições políticas - ao contrário de Hércules, que preside uma associação de amigos do bairro e não tem grandes pretensões. As decisões autoritárias de Lincoln acabam atingindo em cheio a vida dos moradores da comunidade. É então que entra em cena Dona Zilda, disposta a lutar pelos direitos dos mais humildes.

NICETTE BRUNOZilda Sanches
EDNEY GIOVENAZZIHércules Sanches
HÉLIO SOUTODr. Lincoln
LÍLIAN LEMMERTZViviane
MARIA ISABEL DE LIZANDRAVerinha / Alina
ÊNIO GONÇALVESInácio
ELIAS GLEIZERMarcolino
ETTY FRASERLetícia
OSWALDO CAMPOZANAFiladelfo
LAERTE MORRONEGenaro
PAULO HESSEBruno
JOSÉ PARISIDom Pepe
CRISTINA SANTOSVilma
EDSON CELULARIOrlando
LEONOR LAMBERTINIDona Isaura
WILSON FRAGOSOOswaldo
CLÁUDIA ALENCARAidée
FLÁVIO GALVÃORui
EWERTON DE CASTROEduardo
SILVIA LEBLONMarisa
JOÃO SIGNORELLIFabrício
ROSALY PAPADOPOLJanete da Loteca
WALDEREZ DE BARROSAugusta
BÁRBARA BRUNOAmélia
DANTE RUYIsidoro
ABRAHÃO FARCOsório
JOSÉ CARLOS DE ANDRADEZé Roberto
TEREZA TELLERTeca
GUILHERME CORRÊAGurgel
LOURDES DE MORAESSelma
ALBERTO BARUQUERaul
JOÃO ACAIABEPadre Lírio
NORMA GERALDYMaria
ARNALDO WEISSProcópio
TEREZA CAMPOSYara
WALTER CRUZAri
OSVALDO MESQUITALalau (Lauro de Abreu)
MANOLO FERNANDESMané Ferreira
FERNANDO DRAGAUDLéo
HARUMI ISHIHARAMárcia
CLARISSE ABUJAMRA
IMARA REIS
ARNALDO DIAS
JOSMAR MARTINS
as crianças
NARJARA TURETTASanchinha
DOUGLAS MAZZOLAFabinho
MÁRCIO COSTAPepinho (Pedrinho)
AIRTON E LOLITA RODRIGUEScomo eles mesmos, recebendo Zilda em seu programa "Clube os Artistas"
JOÃO MONTEIROchefe dos pasteleiros que procuram Zilda
LUIZ ANTÔNIO PIVADr. Tomazzelli
MOACYR FRANCOcomo ele mesmo, convidado para jantar no Papafina
REGIANE RITTERIrene (mulher de Gurgel, caixa em uma boate, aparece para desmascará-lo)
SÉRGIO GALVÃOEdélcio (promotor no julgamento de Alina)
ÚRSULA MARCONDESenfermeira
Capa da trilha de Salário Mínimo
01. ENTÃO VALE A PENA - Simone
02. SAMPA - Caetano Veloso (tema de abertura)
03. INCONVENIÊNCIA - Lula Carvalho
04. ICEBERG - Marília Medalha
05. VIDA NOTURNA - Zizi Possi
06. CALÇADAS - Wilson Miranda
07. TICO-TICO NO FUBÁ - Waldir Azevedo
08. TENHO - Sidney Magal
09. BAIÃO CONNECTION: ASA BRANCA / CANÁRIO DO REINO / OVO DE CODORNA / O CHÊRO DA CAROLINA / EU SÓ QUERO UM XODÓ / MARINHEIRO SÓ / QUI NEM JILÓ - Fernando Mendes (participação especial Luiz Gonzaga)
10. PODE CHEGAR - Peninha (tema de Orlando e Vilma)
11. UM SONHO - Marcelo
12. DE VEZ EM QUANDO - Elizabeth
13. AMOR DE ESTRADA - Tom Zé
14. AI QUE FILOSOFIA - Neuber
Seleção de repertório e supervisão geral: Ana Maria Mazzocchi
Direção: Humberto Gargiulo e Jurandir Ferreira Neto
Tema de abertura: SAMPA - Caetano Veloso
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui, eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas
Ainda não havia para mim Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa contece no meu coração
Que só quando cruzo a Ipiranga e a Avenida São João
Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos mutantes
E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E que vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso, do avesso do avesso
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas,
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos e espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mas possível novo quilombo de Zumbi
E os novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos Baianos te podem curtir numa boa...

Sinopse reescrita com exclusividade pelo Mofolândia. Ficha técnica, elenco e trilha sonora de referência pública.

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