Novela · Record

Sol Amarelo (1971)

Exibida pela Record de 15 de dezembro de 1971 a 6 de maio de 1972

Sol Amarelo (1971)

Ficha técnica

EmissoraRecord (19h)
Exibição15 de dezembro de 1971 a 6 de maio de 1972
AutoriaRaimundo Lopes
DireçãoZéluiz Pinho e Waldemar de Moraes supervisão de Carlos Manga
Novela anteriorPingo de Gente
Novela posteriorOs Fidalgos da Casa Mourisca

Sinopse de Sol Amarelo

A história completa da novela de 1971.

Januário quer vingar a morte da noiva, brutalmente assassinada na porta da igreja. Sua busca tem como objetivo capturar o feroz Zé Touro e seu bando, que aterrorizam a pequena cidade de Rosário. Há também a suspeita de que o criminoso seja Silvino, a maior autoridade do lugar e inimigo de Januário. Até Zilda, que mantém com ele uma relação de amor e ódio, pode estar envolvida.

Januário acaba encontrando o amor inocente de Candinha, que vive entre os homens rudes do bando de Zé Touro. De repente, surge em Rosário o Gato, um sujeito misterioso e mascarado, que tenta proteger os moradores da cidade dos ataques de Zé Touro.

GERALDO DEL REYJanuário
ROGÉRIO MÁRCICOZé Touro
LAURA CARDOSOSanta
MARIA ESTELAZilda
JONAS MELLOSilvino
MARIA ISABEL DE LIZANDRACandinha
LIA DE AGUIARSinhá
RODOLFO MAYERPadre José
LUCY MEIRELLESCarolina
EDUARDO ABBASRaimundo
FERNANDO BALERONI
MARIA CECÍLIA
SEBASTIÃO CAMPOS
ZÉLUIZ PINHO
MARCELINO BURU
ARNALDO FERNANDES
RÚBENS TEIXEIRA
MARACI MELLO
OSVALDO MESQUITA
Capa da trilha de Sol Amarelo
01. SOL AMARELO (TEMA DE ABERTURA) - Orquestra
02. POR AMOR EU ME PERDI - Marilene
03. LETRA DE OURO - Vithal
04. SOL AMARELO (TEMA DE AMOR) - Orquestra
05. CANTIGA DE SANTA - Marilene
06. CÂNDIDA - Fernando Lona
07. SOL AMARELO (TEMA DRAMÁTICO) - Orquestra
08. NÃO TENHO TEMPO DE AMOR - Vithal
09. SOL AMARELO - Marilene e Fernando Lona
10. VILA ROSÁRIO - Vithal
11. SOL AMARELO (TEMA DE ENCERRAMENTO) - Orquestra
Sonoplastia: Plínio de Oliveira
Coordenador de produção: Ricardo Macedo
O tema de abertura era uma versão instrumental da música "Sol Amarelo" , gravada por Marlene e Fernando Lona:
Quem vem lá da montanha
diz meu pai quem vem lá
é um cavaleiro ferido
quem vem lá
quem vem lá
Donde vens cavaleiro
que tristeza no olhar
venho de guerras e mortes
de terras sem mar
de terras sem mar
Vem meu cavaleiro
já podes parar
meu povo consente
que em mim eu te abrigue
e aqui a campina tem jeito de mar
Quanta quanta gente a sorrir
tanta tanta paz eu jamais senti
não será da morte o calor do abrigo
quero despertar e prosseguir
não é meu tempo de sorrir
Cai o sol vem triste o anoitecer
e a morte nunca soube amar
e meu cavaleiro guarda na lembrança
busca na vingança um amor que já morreu
Quem vai lá pra montanha
diz meu pai quem vai lá
é um cavaleiro ferido
quem vai lá
quem vai lá
quem vai lá...

Sinopse reescrita com exclusividade pelo Mofolândia. Ficha técnica, elenco e trilha sonora de referência pública.

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